Sobre o Naturalismo em Ética e Política

Valdenor Monteiro Brito Júnior

Resumo


RESUMO: este artigo tem por objetivo mostrar a importância de conceber a filosofia de uma perspectiva naturalista, inclusive para o pensamento em ética e política. Apresentamos a distinção entre naturalismo substantivo e metodológico, bem como o surgimento deste último com o empirismo sem dogmas de Willard Van Orman Quine. Tratamos de como a integração conceitual é fundamental para o sucesso da ciência, e mostramos que o paradigma atual das ciências humanas – o Modelo Padrão das Ciências Sociais – impede essa integração no âmbito destas ciências. Apresentamos as ciências – psicologia evolucionária, ciência cognitiva, neurociência, genética comportamental, antropologia biológica e evolucionária – que serão as pontes para a integração das ciências humanas com as ciências naturais. Abordamos formas de como o naturalismo pode afetar o pensamento em ética e política, em especial sobre as condições em que modelos idealizados para análise de variáveis normativas são aplicáveis ao mundo real. Concluímos pela importância e urgência da integração conceitual entre ciências naturais e sociais, e a “naturalização” da filosofia moral e política.

Palavras-chave: Naturalismo, Quine, Integração Conceitual, Ética, Filosofia Política.


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